Olá a todos!
Nossa biblioteca continua a pleno vapor!
Em relação às crianças a coleção de alfabeto do Maurício de Souza é, sem dúvida a campeã de empréstimos. As crianças curtem muito ler. Quem ainda não pegou, tente pegar uma letra do nome do seu filho. Irão gostar.
Segue relato de uma mãe que leu "Histórias para Aquecer o Coração das Mães" que já está de volta nas nossas prateleiras:
"Este livro fortaleceu o elo que me liga ao meu filho. Não importa a idade, o "elo" sempre estará presente em forma de coragem diante dos desafios, amor que ampara, acolhe e aquece o coração."
Boas leituras!
domingo, 8 de julho de 2012
quarta-feira, 30 de maio de 2012
O poder da introspecção
Estudos interessantes mostram como crianças introvertidas podem necessitar de espaços adequados nesse sentido...
http://www.edweek.org/ew/articles/2012/05/23/32introvert_ep.h31.html?tkn=NPPF4pm8g5qRHZ5L40u3bFfshD4dU3XCikog&cmp=clp-edweek&utm_source=ReadingRockets.org&utm_medium=Twitter
http://www.edweek.org/ew/articles/2012/05/23/32introvert_ep.h31.html?tkn=NPPF4pm8g5qRHZ5L40u3bFfshD4dU3XCikog&cmp=clp-edweek&utm_source=ReadingRockets.org&utm_medium=Twitter
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Como ajudar pré escolares a lidar com frustração
Baseado no texto original de Lisa Medoff
Adaptação e Tradução por Amarilis Iscold
Uma das melhoers lições que pode ensinar
a seu filho ao longo dos anos é como lidar com frustração. Ao ingressarem na
escola, as crianças seus filhos serão solicitados a fazerem atividades cada vez
mais desafiadoras que estão no limite ou um pouco além do limite de suas
capacidades; inevitavelmente irão enfrentar frustração, tanto na área acadêmica
quanto na social. De fato, o abismo entre crianças bem ou mal sucedidas não
será devido a diferenças em inteligência ou habilidade, mas em diferenças em
habilidade de lidar com dificuldades e persistir frente a frustrações.
Pre escolares não têm muita experiência
com frustração já que todas as suas necessidades são supridas por seus
cuidadores. Eles ainda não adquiriram toda habilidade verbal para se expressar
e também lhes falta o desenvolvimento cerebral que permite que adultos nomeiem
e regulem emoções e como tais emoções são expressadas. Para que crianças
desenvolvam as habilidades emocinais/sociais e verbais que precisam, é
importante que eles enfrentem situações que envolvam quantidades pequenas e manejáveis
de frustração.
Preschoolers
can get easily overwhelmed, and need a lot of assistance in terms of breaking
down problems into manageable parts, a key step in handling frustrating
situations. Children that do not learn how to deal with frustration early
in life may encounter later problems, such as lack of confidence, anxiety,
anger, trouble with friends, and difficulty trying new things. If they do
not know how to tolerate and cope with frustration, children will always expect
others to solve their problems and will give up in the face of the first sign
of difficulty. Here are some tips for helping your child cope with
frustration:
Pre escolares podem facilmente se sentir
sobrecarregados, e precisar de assistência para fracionar problemas em partes de
forma a conseguirem lidar com eles. Esse é um passo essencial para aprender a lidar
com situações frustrantes. Crianças que não aprendem cedo a lidar com
frustração podem enfrentar problemas mais tarde, como falta de confiança,
ansiedade, raiva, dificuldade com amigos e dificuldade em experimentar coisas
novas. Se não sabem como tolerar e lidar com frustrações sempre esperarão que
outros resolvam seus problemas e desistirão assim que sentirem alguma
dificuldade.
É importante manter em mente que as
crianças são diferentes. Elas têm personalidades diferentes e algumas podem ser
mais ou menos resilientes às frustrações. Algumas crianças precisarão de mais
ajuda para conseguirem vencer desafios e aprender, aos poucos, a ter a
autonomia para conquistá-los. Algumas características são mais fáceis para
algumas crianças, enquanto outras são mais difíceis. Por exemplo, uma criança
pode ter maior habilidade de esperar sua vez ou adiar satisfação e outra ter
maior habilidade de fracionar uma atividade e vencer um desafio.
Mas algumas dicas são universais e podem
ser usadas para ajudar seu filho a aprender como lidar com frustração:
·
Mantenha a calma. Quando seu filho estiver frustrado, tente não “espelhar”
essa frustração em sua própria voz ou comportamento. Mantenha a calma e
converse com seu filho com um tom de voz gentil e suave, levando seu filho a te
espelhar. Reconheça que ele ou ela está frustrado, mas enfatize a importância
de continuar tentando fazer algo que a criança acha difícil.
·
Proponha desafios. Busque oportunidades de desafiar seus filhos.
Rotineiramente peça-os para fazer coisas que estão ligeiramente além do que
foram capazes de fazer no passado. Não se apresse para ajudá-los. Se eles
estiverem tendo dificuldade, ao invés de imediatamente ajudar, tente
encorajá-los oferecendo dicas para facilitar a situação. Se estão de fato tendo
muita dificuldade e após alguns minutos não houver nenhum progresso, fracione a
tarefa em várias pequenas etapas. Se necessário, os oriente ou até mesmo faça o
primeiro passo para eles e, em seguida, se afaste novamente. Seu filho deve
ouvir a seguinte frase frequentemente, “Tente sozinho primeiro, se não
conseguir, então eu te ajudo a começar.”
·
Espere. Ajude
seu filho a aprender a importante lição de adiar satisfação. Pre escolares
ainda não têm o desenvolvimento cerebral ou a experiência para lidar
efetivamente com a necessidade de esperar pelo que querem, então você deve dar
a eles a oportunidade de treinar essa habilidade. Tanto quanto for possível,
faça com que esperem para receberem o que querem, nem que seja por um ou dois
minutos. Ensine a eles a se distrairem enquanto esperam por algo.
·
Estimule a independência. Se assegure de que seu filho tenha muitas
oportunidades de brincar com outras crianças em situações onde não é necessário
um adulto estar supervisionando muito de perto. Adultos devem ser responsáveis
por manter crianças seguras, mas fora isso, tente deixar as crianças resolverem
seus conflitos entre si. Quando as crianças brincam independentemente, eles
aprendem como lidar com frustração de outras formas, que não deixando adultos
resolverem seus problemas.
·
Crie comunicação efetiva. Não ensine seu filho que a manifestação inapropriada
da frustração, como bater ou gritar, seja uma forma de chamar sua atenção,
mesmo que seja uma atenção negativa. Ignore tais atitudes (desde que não
estejam representando um perigo real) e garanta bastante atenção positiva em
momentos que seu filho lida com uma situação potencialmente frustrante de forma
saudável. Reforce e mostre especificamente o que ele ou ela fez de forma
eficaz.
·
Garanta rotina. Se crianças se sentem seguras e confiantes em geral e
conhecem o ambiente e a rotina que a cercam, elas terão maior facilidade de
lidar com pequenas dificuldades e frustrações.
·
Converse com o professor. Use o professor de pré escola como um recurso. Peça
sugestões sobre como a pré escola lida com frustrações nas crianças em geral e
também dicas sobre o seu filho em particular. Quanto mais consistente forem as
atitudes da casa em relação às da escola, mais fácil será para seu filho
internalizar as lições que estão tentando ensinar.
·
Seja um exemplo. Quando alguém te irritar, fale com seu filho como está
se sentindo para que ele aprenda a reconhecer emoções em outros e rotulá-las
nele mesmo. Então explique seus sentimentos durante a frustração para que seu
filho ou filha te ouça dizer coisas como, “Relaxe e respire fundo,” “Tudo bem,
eu consigo lidar com isso,” ou “Isso não é um problema tão grande assim. Eu
preciso acalmar.” Sempre que você lidar com frustração na presença do seu
filho, lembre que ele ou ela irá repetir seu comportamento quando estiver
frustrado – então seja cuidadoso! Se cuide para não elevar seu tom de voz, ser
grosseiro com os outros, ou ser fisicamente agressivo. Se porventura tiver
alguma dessas atitudes, lembre-se de explicar para seu filho que você cometeu
um erro e tem que fazer uma escolha melhor da próxima vez.
O processo para desenvolver as
habilidades para lidar com frustração pode ser (e geralmente é) lento, mas você
pode guiar seu filho na direção certa para que eventualmente ele aprenda a
lidar com cada situação desafiadora sozinho. A habilidade do seu filho lidar
com frustrações na infância é o alicerce sobre o qual irá lidar com as
dificuldades futuras da vida dele. Aprender a lidar com desafios é uma
habilidade importante para promover sucesso não só acadêmico, mas também em
relacionamentos interpessoais.
Os pais de mais de um filho devem manter
em mente que cada criança é uma e o que para um é um desafio simples de ser
enfrentado pode ser algo muito complexo para o outro (independente de idade). É
importante ver cada criança como um indivíduo e ajudá-los a crescer e aprender
a andar com os próprios pés!
domingo, 26 de junho de 2011
Porque não ser tímido?!
A reflexão é válida para todos - e principalmente para quem trabalha com crianças. Não é incomum pais me questionarem sobre como "tratar" crianças que consideram "problema" ou que as escolas ou berçários referenciam como "problemáticas" só porque estão um pouco fora da média ou porque estão fora do padrão socialmente aceito. Temos visto um enorme número de diagnósticos (creio que muitas vezes exagerado) de DDA e Hiperatividade e até mesmo de autismo...
É o tratamento da "normalidade"... mas será que o normal deve ser medicado ou anestesiado?!
Enfim... Acredito que seja função dos pais, educadores, pediatras, psicólogos ajudar as pessoas a descobrirem sua forma de interagir com o mundo e serem "ajustados" o suficiente para conseguirem participar da comunidade que os rodeia. No entanto, temos sempre que ter o cuidado de respeitar a individualidade e evitar o conformismo e a "robotização" transformando todas as pessoas em seres iguais...
O caladinho que ouve mais que fala deve, sim, ser estimulado a falar... mas não deixar de ouvir. O introspectivo que tem a habilidade de "entrar para a caverna" e criar dentro de um mundo que só ele vê deve ser encorajado a aprender a interagir, mas não precisa abrir mão desse mundo... E, muitas vezes, se mudarmos a nossa escuta, podemos perceber que às vezes esse outro olhar, essa visão meio "fora do quadrado" tem muito mais a oferecer que nós imaginamos...
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Transformando a Leitura em uma Aventura
Li uma dica super interessante para transformar a leitura em uma aventura.
A idéia é encher uma caixa de "acessórios" para a leitura. Lanternas, lupas, marcadores de livros, clips, espelhos, post-its, cobertas para criar tendas escuras, etc.
Quantas formas podemos inventar para ler e reler um livro com criatividade?!
domingo, 29 de maio de 2011
Dicas de como estimular a leitura...
Esse site tem umas sugestões sobre como estimular a leitura em casa - transformando sua casa em uma "biblioteca" com livros por todo canto.
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Investindo na "mente" da sua criança
É inegável que as crianças são diferentes e os caminhos e processos mentais de cada uma delas é singular. Criar filhos é aprender a arte de interpretar o não dito, de redescobrir o mundo e tentar ver "como se da primeira vez" para se dar o direito de ver como nunca antes você viu. Entender o filho significa dar espaço para o diálogo e para ouví-lo mesmo quando desafiam a lógica...
Contribuir para o crescimento cognitivo e intelectual do seu filho vai muito além de escolher uma boa escola. A contribuição do ambiente familiar é inegável para a educação de uma criança.
Um artigo ressalta alguns pontos importantes para pais que querem criar um ambiente familiar propício para seus filhos. Traduzo as sugestões e deixo o link para o artigo original (que está em inglês).
* Pais que aprendem sobre funções de neurodesenvolvimento em geral e são vigilantes e responsivos aos perfis de seus filhos.
* Pais que são os principais detectores precoces de disfunção.
* Pais que agem como mestres benevolentes, ensinando seus filhos a trabalhar.
* Pais que procuram e nutrem facilidades e afinidades individuais em seus filhos.
* Pais que são advogados e defensores de seus filhos sem que "lutem as batalhas deles".
* Pais que funcionam como ouvintes interessados e envolvidos.
* Pais que colaboram e comunicam ativamente com as escolas.
* Pais que são exemplo de algum tipo de atividade intelectual (leitura, escrita, ida a museus).
* Pais que elogiam seus filhos regularmente.
* Pais que demonstram amor e respeito pelos seus filhos.
* Pais que se tornam consumidores educados da educação de seus filhos e intervenções que podem ser necessárias.
* Pais que garantem uma atmosfera intelectualmente estimulante para que linguagem, literatura e cognição sejam fortalecidos no lar assim como na escola.
* Pais que ajudam seus filhos a desenvolver táticas organizacionais e estratégicas eficientes para realização de trabalho.
* Pais que têm o cuidado de tratar irmãos como indivíduos, pessoas que podem ser diferentes em suas forças e fraquezas.
* Pais que são consultores sensíveis ao trabalho escolar de seus filhos, mas não fazem o trabalho por eles.
* Pais que estabelecem um estilo de vida que equilibra liberdade com responsabilidade e estrutura com oportunidades para auto-expressão expontânea.
Link para artigo original: http://www.readingrockets.org/article/10728
Assinar:
Postagens (Atom)